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Vantagens e desvantagens do teletrabalho

Índice

O que é o teletrabalho?
Ponto 1 - Principais vantagens
Ponto 2 - Principais desvantagens
Ponto 3 - Requisitos essenciais
Ponto 4 - Candidatos ideais
Ponto 5 - Controle à distância
Ponto 6 - Check-list a seguir

O que é o teletrabalho?

O teletrabalho é uma forma de trabalho exercida à distância de forma autónoma, utilizando ferramentas telecomunicacionais e de informação que asseguram um contacto directo entre o teletrabalhador e o empregador. Pode realizar-se a partir do domicílio do teletrabalhador, de telecentros ou de qualquer ponto onde o teletrabalhador se encontre. Surge como uma nova forma de organização do trabalho. Vem redesenhar as estruturas das organizações tradicionais e centralizadas e diminuir as distâncias geográficas.

Jack Nilles, pai do teletrabalho e acérrimo defensor da ideia que, nos dias que correm, faz muito mais sentido ser o trabalho a ir ao encontro dos trabalhadores e não o contrário, elaborou um teste que permite aos empresários avaliar "quão doentes" estão as suas organizações:

Ponto 1 - Principais vantagens

O teletrabalho faz todo o sentido no caso das PME, conferindo-lhes a possibilidade de competirem em pé de igualdade com as "grandes". As suas principais vantagens são:

Ponto 2 - Principais desvantagens

O teletrabalho implica também alguns aspectos menos positivos, quer do ponto de vista de quem emprega quer para o próprio teletrabalhador:

Ponto 3 - Requisitos essenciais

A implementação de novas formas de organização do trabalho implica sempre profundas mudanças culturais e de estilos e métodos de gestão que exigem algum tempo para serem adoptadas e incorporadas, pois alteram a forma de trabalhar, o relacionamento entre os trabalhadores e, em alguns casos, a própria função de cada um.

A transição de uma situação em que o trabalho é executado nas instalações do empregador para teletrabalho obriga, por isso, ao cumprimento de alguns requisitos essenciais: Empregador e teletrabalhador devem definir ainda o local preciso da prestação do trabalho, estabelecer de quem é a propriedade e responsabilidade pelo equipamento e acordar sobre qual das partes suporta, ou como são divididos, os custos energéticos e de comunicações.

Ponto 4 - Candidatos ideais

Um ponto que merece particular atenção diz respeito à escolha dos candidatos para um programa de teletrabalho. Esta forma de trabalhar não é apropriada para todos. Pessoas pouco motivadas, por exemplo, necessitam da disciplina de um horário fixo e de uma supervisão presencial. Para outros, "ir trabalhar" é uma parte importante das suas vidas e o local de trabalho é onde estabelecem as suas relações sociais.

A personalidade-padrão de um teletrabalhador exige:

Ponto 5 - Controle à distância

Para não invadir a privacidade dos trabalhadores, a empresa deve esforçar-se por confiar em absoluto nos seus "colaboradores à distância". Nos casos em que isso não acontece, a utilização de sistemas de controle pode consistir na mera comunicação informática pelo trabalhador do tempo de início e fim da prestação laboral ou podem ser estabelecidos sistemas que permitam uma supervisão mais efectiva, como contactos regulares entre as partes ou a possibilidade de o empregador poder verificar in loco a prestação, na própria residência do trabalhador durante o horário de trabalho.

Uma forma alternativa pode passar por um acordo quantificado relativamente ao volume de trabalho.

Ponto 6 - Check-list a seguir

O ideal é que as empresas apostadas em lançar um programa de teletrabalho elaborem uma check-list, o mais pormenorizada possível, e que a vão seguindo ao longo de todo o processo de adaptação: Glossário Bibliografia Referências

Autor: PME Negócios